24.7.15
O que falar, como falar, em qual momento, tentar pensar e fazer a coisa certa. Difícil, man...difícil.
Escutando um Lennon (Hair Peace, Bad Peace) ainda sim não dá pra esclarecer a mente...sobre as mulheres:"Bicho difícil!" Amizade? Bicho estranho! O Negócio é, como diria Raul Dos Santos Seixas: "Subir num coqueiro e do alto ver o mar". Brisa!
Escutando um Lennon (Hair Peace, Bad Peace) ainda sim não dá pra esclarecer a mente...sobre as mulheres:"Bicho difícil!" Amizade? Bicho estranho! O Negócio é, como diria Raul Dos Santos Seixas: "Subir num coqueiro e do alto ver o mar". Brisa!
4.5.10
Stand By YOU

Grandpa Elliott - Is a street-musician in New Orleans, Louisiana.
Confesso a vocês que não conheço muito de sua história, faz algum tempo que o vi pela primeira vez em um projeto sonoro chamado Playing For Change, que diga-se de passagem é realmente extraordinário, típica coisa que sempre penso com meus botões, "Deveria ter pensado nisso", ou ainda, "Agora sim já vi fazerem de tudo na música", prometo dar mais detalhes dele logo mais.
Esse site contém mais algumas músicas que são feitas em conjunto com músicos do mundo inteiro, inclusive em Stand by Me, aparece um músico do Rio de Janeiro. Ainda tem Don't Worry Be Happy e One Love e atualmente mais alguns, vale a pena entrar.
Mas com toda certeza a Stand by Me é a que mais me agrada, e ainda temos ótimas performances de Roger Ridley e Washboard Chaz, apenas citando alguns.
Toda vez que escuto essa versão eu fico arrepiado, arrepiado da maneira que só um amante da música fica quando escuta uma masterpiece.
Som único que gostaria de compartilhar com vocês.
Procurarei saber mais sobre.
"...no matter how much money you got..."
19.4.10
like
gostaria de fumar, beber, não ir trabalhar amanhã, escrever mais, viajar mais, talvez escrever um poema, surfar, conhecer você melhor...
gostaria de ter coragem de fazer tudo isso!
gostaria de ter coragem de fazer tudo isso!
100 idéias
precisarei para voltar, acho que é falta de inspiração...
lá fora era mais fácil...
don't know
na verdade, uma coisa sei
ir em show é a energia mais "perfect" d todas (depois de sexo, com certeza)
.l.,,,
lá fora era mais fácil...
don't know
na verdade, uma coisa sei
ir em show é a energia mais "perfect" d todas (depois de sexo, com certeza)
.l.,,,
18.1.10
11.1.10
19.12.09
EU JÁ SABIA (acho que vocês também)
15.12.09
30.11.09
27.11.09
" Music is your only friend, Until the end"

The Doors foi uma banda de rock norte-americana dos fins da década de 1960 e princípio da déc...Espera ai, poderia até copiar do Wiki ou procurar nos milhões de sites dedicados a banda e dar a vocês essa descrição que tantos conhecem (ou não). Se estiverem afim disto vão para o Wiki...rss.
Irei fazer esse post pela minha visão e experiências que tive e ainda estou tendo com uma das maiores bandas da história do rock 'n roll o The Doors.
A contra gosto do meu ilústre primo Paolo irei escrever sobre essa...essa...essa...realmente me falta adjetivos para descrever essa banda, que eu acho uma simplória descrição...
BANDA???Pufff...pouco mesmo.
Ontem fui a um show de uma banda cover aqui em PoA, mais uma vez sem palavras para descrever.
Engraçado que nas três vezes que assisti Doors ocorreram fatos que irei lembrar e relembrar, cada qual com seu motivo específico.
No primeiro, em meados de outubro de 2004, fiquei tão extasiado (vamos chamar assim..rss) que em algum momento eu encontrei o Casagrande, ex-jogador que estava de bermuda e chinelão, e cumprimentei-o como se conhecesse a uma década, sem contar o fato de que comprei os ingressos pelo orkut e encontrei o rapace que me vendeu, que me deu um copaço de "cervessa" e por último, mas não menos importante, o vocalista, Ian Astbury (ex The Cult), se parecia demasiadamente com o insigne Jim Morrison em seu jeito e sua aparência.
Já no segundo show, em meados de abril de 2008, o fato interessante que aconteceu foi que Clebones e eu chegamos muito cedo e estávamos indo tomar uma "cervessa" e uma coca, respectivamente, quando alguém me oferece um copo de "cervessa", a principio minha reação foi recusar pois não sabia a procedência, mas as próximas palavras que escutei naquele momento mudaria completamente minha noite...
continua...
...
...
...
agora :)
ABRE ASPAS "PEGA, É DE GRAÇA" FECHA ASPAS
sabe nos filmes que mostra a repetição em camera lenta de uma pessoa falando? que fica distorcida, mais grave e pausada? Foi a mesma coisa. Olhei com mais atenção a pessoa que estava me oferecendo a bebida e vi que a mesma estava com o vestuário de Heineken (inclusive é a beer que mais está me agradando nos últimos tempos). Lembro que quando se aproximava do horário, teórico, de entrar eu ficava um pouco mais triste. Os "garçons" eram realmente muito prestativos e eficazes, eu não conseguia ver o fundo do meu copo, pois sempre aparecia alguém completando, o que mantia a temperatura da gelada, gelada.
Me lembro de estar no banheiro, isso depois de 25 litros de "cervessa" já dentro da casa e começar a balbuciar alguma música do Doors e pensei, porque estou eu, no show dessa banda, com todos ao meu redor curtindo, "meio bebâdo", porque apenas não cantar ao invés de resmungar?
SO...
"LADIES AND GENTLEMEN, FROM LOS ANGELES, CALIFORNIA: THE DOORS!!!"
PO POPO POPO POPOPOPOPO POPO POPO POPOPOPOPO
"YOU KEEP YOUR EYES ON THE ROAD, YOUR HANDS UPON THE WHEEL"...
qual não foi minha surpresa quando Clebones começou a me acompanhar e mais alguns indivíduos também, no final das contas sai do banheiro mais feliz por ter me aliviado, puxado um coro e cantado.
O show em si ficou devendo, o vocalista não era tão bom, eles enrolaram muito com outras músicas que não era da banda e não tocaram "Riders on the Storm", que inclusive era o nome da banda e da turnê, vai entender.
O que nos traz ao dia ímpar de ontem.
Chegamos ao Art E Bar, Johnny e eu, por volta das 23hrs e a primeira coisa foi ver a carta de sucos e bebidas dietéticas. A casa (como na maioria das casas de PoA) é bem pequena mas aconchegante, o palco é bem baixo, o que aproxima a banda mais do público e o interessante é que os garçons ficam circulando pela casa, mesmo na hora do show, então você não precisa perder algumas partes do show se aventurando no meio da multidão para pegar seu suco ou vitamina.
A banda começou com a música da minha tattoo "When the Music is Over", que é sempre bom escutar ao vivo, tocaram mais uma que não me lembro qual, mas era das clássicas, e depois tocaram Gloria, inclusive extraordinariamente bem, conosco da platéia aos berros (GLÓÓÓÓÓÓRIAAAAA, ALRIGHT). Foi quando de repente alguma coisa da guitarra deu problema, todos desceram do palco sem maiores explicações e se misturaram com a multidão.
Continuamos a degustar nossas respectivas bebidas até eu reparar que o guitarra estava bem atrás de mim, fui até ele dei uma “cutucada” e perguntei o motivo do hiato, ele me disse que havia dado problema na caixa, pensei q fosse da batera, mas um cabeludo que estava na roda disse que era a caixa da guitarra mesmo, fiquei sem entender e perguntei se eles voltariam em breve, me disseram que tão logo quanto conseguissem resolver o problema.
Voltei para o drink e a boa conversa com o Johnny (ou boa berraria), quando me estalou uma música na cabeça, um som que o Ramones regravou e descobri há pouco tempo que na verdade é do Doors, mas é claro que com a quantidade de chás e florais que eu já havia ingerido ficou difícil de lembrar. Sorte que essas são situações únicas em que meus neurônios conseguem trabalhar, quando é relacionado a música.
Com um pouco de esforço consegui lembrar que o som se chamava “Take it as it Comes”. Avistei um rapaz de cabelos longos, meio loiro e de barba. Qual não foi minha surpresa quando percebi que estava diante do nosso Salvador Jesus, isso mesmo ladies and gentleman, Jesus toca teclado em uma banda cover do The Doors em PoA, e por sinal “o cara” é muito gente fina, como dizem que ele é mesmo...rsss. Fui conversar com ele no intuito de perguntar se estava no repertório da banda tocar o som citado ele me explicou com a maior atenção que ele não era dessa banda que estava apenas fazendo um favor para o Jim (vocal) e que não sabia ao certo.
Depois de algumas risadas e da famosa “Você não é daqui, né? É de São Paulo!! Resolvi deixar Jesus em paz.
A banda finalmente voltou. Após mais alguns sons clássicos como “Riders on the Storm” (com direito ao barulho de chuva e trovões, GENIAL!!!), “Touch Me” e até mesmo “Love Street” no meio de algumas balbuciadas e outras de palavras em inglês o dipsômano vocalista, Jim, começou a balbuciar o que seria o começo da “Take it as it Comes”.
Tive que começar a mostrar a todos porque fui obrigado (by myself) a ir nesse show. Pulando de mais e cantando mais do que alto o vocal até me deu o microfone para eu berrar a letra,
“...TAKE IT EASY, BABY
TAKE AS IT COMES
DON’T MOVE TOO FAST IF YOU WANT YOUR LOVE TO LAST
YOU’VE BEEN MOVIN’ MUCH TOO FAAAAAAAAASSSTTT…”
Quando olhei para nosso Salvador ele estava olhando pra mim apontando e dando muita risada, porque foi realmente muito inesperado, pelo fato de eu ter ido falar com ele e me dizendo que não sabia se rolaria, foi realmente episódico. Ainda no final do som eu berrei “AE JESUS, ARREPIOU HEIN!!!” e a galera começou a dar risada, o vocal aproveitou a situação e começou a fazer piadinhas infames com nosso Senhor...rsss
Passado a euforia do som, e do coro que entoava, “Jesus, Jesus, Jesus”, no qual até o vocalista desceu do palco para cantar junto com a galera, o que inclusive viria a fazer diversas vezes conforme ia aumentando o seu grau de entorpecencia devido ao maldito Floral de Bach, ainda rolaram mais alguns clássicos, alguns “jumps” e alguns “cantos-berros” e finalmente, encharcados de suor fomos embora, alegres e contentes com mais uma noite de Rock ‘n Roll.
Mas claro, ainda estava para acontecer mais um episódio para fechar a noite, chegamos ao estacionamento que é do outro lado da rua, apertei o controle do alarme do carro e nada, tentei de novo e nada, mais algumas vezes sem sucesso e em minha ébria inteligência o que fiz, sabendo que dispararia o alarme se eu abrisse com a chave? Abri com a chave, mais do que óbvio, com o alarme disparando estridentemente e eu tentando de todos os ângulos possíveis e imagináveis desligar, nem precisa falar que sem sucesso, o Johnny sugeriu que eu tirasse o fusível do alarme. Pausemos um pouco e vamos fazer as contas - as 4h da manhã, no escuro, embriagado e tentando descobrir qual fusível retirar no meio de aproximadamente 40. Claro, óbvio, decerto que eu acertei na primeira. É verdade, o Johnny me orientou que geralmente é um dos últimos e fui e acertei na primeira, bom, nunca mais, isso eu tenho certeza.
PS: SE BEBER NÃO DIRIJA, O PÂNICO DIRIJE P... NÃO, SÉRIO. NÃO DIRIJA.
Falando agora da banda como cover do The Doors, eu realmente já assisti MUITAS bandas fazendo cover do Doors, realmente tenho que admitir que esse cover superou todas minhas expectativas e todas as outras bandas assistidas por mim anteriormente, Jesus no teclado ouso dizer que foi perfeito, inclusive no comecinho de “Touch Me”, o vocalista apelidado de Jim (Dãh) tinha todo os trejeitos e mais o cabelão maluco (pena estar com um chapéu de cowboy meio nada a ver), o guitarra, digo a vocês que Robby Krieger se espantaria ao vê-lo tocando com tanta fidelidade e o batera, bom, sempre serei suspeito a criticar os bateras por eu ser um (hahaha melhor piada da década), mas tá bom vai, ele errou uma vez na “Love Street” quando decidiu parar de tocar na metade da música, talvez tenha apenas enjoado de toca-la.
Resumindo estão de parabéns todos da banda Roadhouse Band que me proporcionaram uma das melhores noites Rock ‘n Roll aqui em PoA nesses nove meses que estou aqui.
Inclusive tive que ir cumprimentar os membros da banda um por um e dar um abraço em Jesus.
Escrevendo este post resolvi que definitivamente vou fazer uma coisa em específica antes de morrer, irei ao Cemetery of Père-Lachaise, maior cemitério de Paris, onde Jim está enterrado. Apenas para fumar um cigarro e tomar uma Heineken com o Shaman Lizard King JIM.
No site do Cemetery of Père-Lachaise dá para você entrar no cemitério e procurar a sepultura de Jim, inclusive nesse cemitério estão enterradas muitas personalidades.
“No One Here Gets Out Alive” R.I.P. James Douglas Morrison
Irei fazer esse post pela minha visão e experiências que tive e ainda estou tendo com uma das maiores bandas da história do rock 'n roll o The Doors.
A contra gosto do meu ilústre primo Paolo irei escrever sobre essa...essa...essa...realmente me falta adjetivos para descrever essa banda, que eu acho uma simplória descrição...
BANDA???Pufff...pouco mesmo.
Ontem fui a um show de uma banda cover aqui em PoA, mais uma vez sem palavras para descrever.
Engraçado que nas três vezes que assisti Doors ocorreram fatos que irei lembrar e relembrar, cada qual com seu motivo específico.
No primeiro, em meados de outubro de 2004, fiquei tão extasiado (vamos chamar assim..rss) que em algum momento eu encontrei o Casagrande, ex-jogador que estava de bermuda e chinelão, e cumprimentei-o como se conhecesse a uma década, sem contar o fato de que comprei os ingressos pelo orkut e encontrei o rapace que me vendeu, que me deu um copaço de "cervessa" e por último, mas não menos importante, o vocalista, Ian Astbury (ex The Cult), se parecia demasiadamente com o insigne Jim Morrison em seu jeito e sua aparência.
Já no segundo show, em meados de abril de 2008, o fato interessante que aconteceu foi que Clebones e eu chegamos muito cedo e estávamos indo tomar uma "cervessa" e uma coca, respectivamente, quando alguém me oferece um copo de "cervessa", a principio minha reação foi recusar pois não sabia a procedência, mas as próximas palavras que escutei naquele momento mudaria completamente minha noite...
continua...
...
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agora :)
ABRE ASPAS "PEGA, É DE GRAÇA" FECHA ASPAS
sabe nos filmes que mostra a repetição em camera lenta de uma pessoa falando? que fica distorcida, mais grave e pausada? Foi a mesma coisa. Olhei com mais atenção a pessoa que estava me oferecendo a bebida e vi que a mesma estava com o vestuário de Heineken (inclusive é a beer que mais está me agradando nos últimos tempos). Lembro que quando se aproximava do horário, teórico, de entrar eu ficava um pouco mais triste. Os "garçons" eram realmente muito prestativos e eficazes, eu não conseguia ver o fundo do meu copo, pois sempre aparecia alguém completando, o que mantia a temperatura da gelada, gelada.
Me lembro de estar no banheiro, isso depois de 25 litros de "cervessa" já dentro da casa e começar a balbuciar alguma música do Doors e pensei, porque estou eu, no show dessa banda, com todos ao meu redor curtindo, "meio bebâdo", porque apenas não cantar ao invés de resmungar?
SO...
"LADIES AND GENTLEMEN, FROM LOS ANGELES, CALIFORNIA: THE DOORS!!!"
PO POPO POPO POPOPOPOPO POPO POPO POPOPOPOPO
"YOU KEEP YOUR EYES ON THE ROAD, YOUR HANDS UPON THE WHEEL"...
qual não foi minha surpresa quando Clebones começou a me acompanhar e mais alguns indivíduos também, no final das contas sai do banheiro mais feliz por ter me aliviado, puxado um coro e cantado.
O show em si ficou devendo, o vocalista não era tão bom, eles enrolaram muito com outras músicas que não era da banda e não tocaram "Riders on the Storm", que inclusive era o nome da banda e da turnê, vai entender.
O que nos traz ao dia ímpar de ontem.
Chegamos ao Art E Bar, Johnny e eu, por volta das 23hrs e a primeira coisa foi ver a carta de sucos e bebidas dietéticas. A casa (como na maioria das casas de PoA) é bem pequena mas aconchegante, o palco é bem baixo, o que aproxima a banda mais do público e o interessante é que os garçons ficam circulando pela casa, mesmo na hora do show, então você não precisa perder algumas partes do show se aventurando no meio da multidão para pegar seu suco ou vitamina.
A banda começou com a música da minha tattoo "When the Music is Over", que é sempre bom escutar ao vivo, tocaram mais uma que não me lembro qual, mas era das clássicas, e depois tocaram Gloria, inclusive extraordinariamente bem, conosco da platéia aos berros (GLÓÓÓÓÓÓRIAAAAA, ALRIGHT). Foi quando de repente alguma coisa da guitarra deu problema, todos desceram do palco sem maiores explicações e se misturaram com a multidão.
Continuamos a degustar nossas respectivas bebidas até eu reparar que o guitarra estava bem atrás de mim, fui até ele dei uma “cutucada” e perguntei o motivo do hiato, ele me disse que havia dado problema na caixa, pensei q fosse da batera, mas um cabeludo que estava na roda disse que era a caixa da guitarra mesmo, fiquei sem entender e perguntei se eles voltariam em breve, me disseram que tão logo quanto conseguissem resolver o problema.
Voltei para o drink e a boa conversa com o Johnny (ou boa berraria), quando me estalou uma música na cabeça, um som que o Ramones regravou e descobri há pouco tempo que na verdade é do Doors, mas é claro que com a quantidade de chás e florais que eu já havia ingerido ficou difícil de lembrar. Sorte que essas são situações únicas em que meus neurônios conseguem trabalhar, quando é relacionado a música.
Com um pouco de esforço consegui lembrar que o som se chamava “Take it as it Comes”. Avistei um rapaz de cabelos longos, meio loiro e de barba. Qual não foi minha surpresa quando percebi que estava diante do nosso Salvador Jesus, isso mesmo ladies and gentleman, Jesus toca teclado em uma banda cover do The Doors em PoA, e por sinal “o cara” é muito gente fina, como dizem que ele é mesmo...rsss. Fui conversar com ele no intuito de perguntar se estava no repertório da banda tocar o som citado ele me explicou com a maior atenção que ele não era dessa banda que estava apenas fazendo um favor para o Jim (vocal) e que não sabia ao certo.
Depois de algumas risadas e da famosa “Você não é daqui, né? É de São Paulo!! Resolvi deixar Jesus em paz.
A banda finalmente voltou. Após mais alguns sons clássicos como “Riders on the Storm” (com direito ao barulho de chuva e trovões, GENIAL!!!), “Touch Me” e até mesmo “Love Street” no meio de algumas balbuciadas e outras de palavras em inglês o dipsômano vocalista, Jim, começou a balbuciar o que seria o começo da “Take it as it Comes”.
Tive que começar a mostrar a todos porque fui obrigado (by myself) a ir nesse show. Pulando de mais e cantando mais do que alto o vocal até me deu o microfone para eu berrar a letra,
“...TAKE IT EASY, BABY
TAKE AS IT COMES
DON’T MOVE TOO FAST IF YOU WANT YOUR LOVE TO LAST
YOU’VE BEEN MOVIN’ MUCH TOO FAAAAAAAAASSSTTT…”
Quando olhei para nosso Salvador ele estava olhando pra mim apontando e dando muita risada, porque foi realmente muito inesperado, pelo fato de eu ter ido falar com ele e me dizendo que não sabia se rolaria, foi realmente episódico. Ainda no final do som eu berrei “AE JESUS, ARREPIOU HEIN!!!” e a galera começou a dar risada, o vocal aproveitou a situação e começou a fazer piadinhas infames com nosso Senhor...rsss
Passado a euforia do som, e do coro que entoava, “Jesus, Jesus, Jesus”, no qual até o vocalista desceu do palco para cantar junto com a galera, o que inclusive viria a fazer diversas vezes conforme ia aumentando o seu grau de entorpecencia devido ao maldito Floral de Bach, ainda rolaram mais alguns clássicos, alguns “jumps” e alguns “cantos-berros” e finalmente, encharcados de suor fomos embora, alegres e contentes com mais uma noite de Rock ‘n Roll.
Mas claro, ainda estava para acontecer mais um episódio para fechar a noite, chegamos ao estacionamento que é do outro lado da rua, apertei o controle do alarme do carro e nada, tentei de novo e nada, mais algumas vezes sem sucesso e em minha ébria inteligência o que fiz, sabendo que dispararia o alarme se eu abrisse com a chave? Abri com a chave, mais do que óbvio, com o alarme disparando estridentemente e eu tentando de todos os ângulos possíveis e imagináveis desligar, nem precisa falar que sem sucesso, o Johnny sugeriu que eu tirasse o fusível do alarme. Pausemos um pouco e vamos fazer as contas - as 4h da manhã, no escuro, embriagado e tentando descobrir qual fusível retirar no meio de aproximadamente 40. Claro, óbvio, decerto que eu acertei na primeira. É verdade, o Johnny me orientou que geralmente é um dos últimos e fui e acertei na primeira, bom, nunca mais, isso eu tenho certeza.
PS: SE BEBER NÃO DIRIJA, O PÂNICO DIRIJE P... NÃO, SÉRIO. NÃO DIRIJA.
Falando agora da banda como cover do The Doors, eu realmente já assisti MUITAS bandas fazendo cover do Doors, realmente tenho que admitir que esse cover superou todas minhas expectativas e todas as outras bandas assistidas por mim anteriormente, Jesus no teclado ouso dizer que foi perfeito, inclusive no comecinho de “Touch Me”, o vocalista apelidado de Jim (Dãh) tinha todo os trejeitos e mais o cabelão maluco (pena estar com um chapéu de cowboy meio nada a ver), o guitarra, digo a vocês que Robby Krieger se espantaria ao vê-lo tocando com tanta fidelidade e o batera, bom, sempre serei suspeito a criticar os bateras por eu ser um (hahaha melhor piada da década), mas tá bom vai, ele errou uma vez na “Love Street” quando decidiu parar de tocar na metade da música, talvez tenha apenas enjoado de toca-la.
Resumindo estão de parabéns todos da banda Roadhouse Band que me proporcionaram uma das melhores noites Rock ‘n Roll aqui em PoA nesses nove meses que estou aqui.
Inclusive tive que ir cumprimentar os membros da banda um por um e dar um abraço em Jesus.
Escrevendo este post resolvi que definitivamente vou fazer uma coisa em específica antes de morrer, irei ao Cemetery of Père-Lachaise, maior cemitério de Paris, onde Jim está enterrado. Apenas para fumar um cigarro e tomar uma Heineken com o Shaman Lizard King JIM.
No site do Cemetery of Père-Lachaise dá para você entrar no cemitério e procurar a sepultura de Jim, inclusive nesse cemitério estão enterradas muitas personalidades.
“No One Here Gets Out Alive” R.I.P. James Douglas Morrison
24.11.09
Ass, Gas or Grass
Com uma cesta básica custando em média R$ 230,00,o salário mínimo a R$ 505,00 e um show a R$ 500,00 (falando de sampa),façam os cálculos ladies and gentlemans.Segundo o aurélio, alguns adjetivos que possam expressar meu sentimento no momento em queli a matéria do Shown do Metallica em SAMPA a R$ 500,00 pista VIP: abespinhado, agastado, agudo, apoplético, assomado, atrabiliário, azougado, bravo, colérico, embravecido, encolerizado, enfurecido, enraivecido, exasperado, fulo, indignado, iracundo, irado, irascível, raivoso, revolto.Não que esteja desmerecendo o valor dessa estupenda banda, que por sinal foi uma dasprimeiras bandas que me inspirou a colar posters em meu quarto e a usar correntes,em volta do meu pescoço, com nome de bandas, o problema é que mesmo com carteirinha de estudante, para mim, continua sendo um absurdo, ainda mais para uma banda queé totalmente contra o download de mp3, que já esteve envolvido em vários processos, inclusivecontra o extinto napster. Então, quer dizer, o negócio é ganhar dinheiro, ELES, apenas eles,beneficiar um pouco fans fiéis que estão com eles há muito tempo, talvez cobrando ingressos sensatos,nem pensar.Hahahahaha, estava eu procurando informações na net para concluir esses post e me deparo com umaentrevista feita em 06/11/06 com o notório Noel Galegher para o site Exclaim.ca, ai vai um pedaço:
Exclaim!: O que você acha da pirataria, Internet e outras coisas desse tipo?
Noel: Veja, eu gosto de piratas. Deve ser uma boa ocupação, não é?! Eu gostaria de ter sido um pirata, se eu não fosse um rockstar. Alguns dizem que os piratas são os antigos rockstar. Mas é claro, nos mares. Foda-se a pirataria na Internet. Quão chato é isso? Eu acho que nem tenho uma opinião. Vamos deixar isso para Lars Ulrich. Fazendo papel de idiota. Ei, se está lá de graça e você pode encontrá-la, então que bom pra você. Para ser honesto, entre eu e você, posso falar um segredo? Eu já tenho dinheiro o suficiente. Eu não preciso de mais nada. Lars Ulrich também tem dinheiro suficiente...
de se pensar...né?
Exclaim!: O que você acha da pirataria, Internet e outras coisas desse tipo?
Noel: Veja, eu gosto de piratas. Deve ser uma boa ocupação, não é?! Eu gostaria de ter sido um pirata, se eu não fosse um rockstar. Alguns dizem que os piratas são os antigos rockstar. Mas é claro, nos mares. Foda-se a pirataria na Internet. Quão chato é isso? Eu acho que nem tenho uma opinião. Vamos deixar isso para Lars Ulrich. Fazendo papel de idiota. Ei, se está lá de graça e você pode encontrá-la, então que bom pra você. Para ser honesto, entre eu e você, posso falar um segredo? Eu já tenho dinheiro o suficiente. Eu não preciso de mais nada. Lars Ulrich também tem dinheiro suficiente...
de se pensar...né?
23.11.09
Fab Five NYC (IV)

Fabrizio Moretti (Guitarra, Guitarra Acústica, Piano, Teclados, Baixo, Bateria, Percussão, Melodica e Backing Vocals) - formou o Little Joy juntamente com Binki Shapiro (Vocais, Guitarra, Xilofone, Percussão e Backing Vocals) e Rodrigo Amarante (Vocais, Guitarra, Piano, Baixo, Ukulele, Órgão, Melotron, Percussão, Backing Vocals). Que na minha húmil opinião foi o mais feliz em seu trabalho solo. Fabrizio nasceu em 1980 no Rio de Janeiro, mas se mudou para os Estados Unidos com quatro anos de idade.
Em 2006 Moretti e Amarante se conheceram em um festival em Lisboa onde os Strokes e os Los Hermanos estavam se apresentando. Em 2007 com o hiato de ambas as bandas, voltaram a se encontrar, agora em Los Angeles. Amarante estava colaborando em um álbum de Devendra Banhart, cantor e compositor de folk psicodélico. Entre um intervalo e outro das gravações esbarrou com Moretti e por amigos em comum acabaram conhecendo a multi-instrumentista Binki Shapiro. Shapiro começou a encorajar os rapazes a começar a trabalhar em cima das letras que Moretti havia escrito há um tempo. Em pouco tempo eles se mudaram para uma casa em Echo Park, CA e começaram a trabalhar em outras músicas. Inclusive o nome da banda vem de um bar na região de Echo que eles costumavam a freqüentar.
O álbum homônimo que saiu em uma sexta-feira de novembro de 2008 foi detonado pela critica internacional, chegaram a dizer que é uma cópia-carbono do Strokes e que foi feito sob medida para uma ressaca de uma tarde de domingo, segundo o NME e Los Angeles Times, respectivamente.
Direi para vocês que não foi o álbum do ano ou algo extraordinário, mas eu digo com toda a certeza que se eu estivesse em algum barzinho da Vila Madalena tomando uma “cervessa”, fumando um Marlborão, jogando conversa fora e começasse a rolar um Little Joy, definitivamente começaria a batucar na mesa, me mexer, tentando dançar sentado de forma estranha e não reclamaria de pagar o couvert. O melhor de tudo é que há diversas faixas que são “divertidas”, as que mais embalam: “The Next Time Around”, “Brand New Start”, “No One’s Better Sake”, “Keep Me in Mind” e “How to Hang a Warhol” e as que são mais para ressaca de domingo em casa ou algum barzinho no final da tarde: “Play the Part”, “Unattainable” e “Whith Strangers”, com mais duas faixas completando o álbum: “Shoulder to Shoulder” e “Don’t Watch Me Dancing”.
Hoje me arrependo em não ter ido ao show do “Pequeno Prazer” aqui em PoA, com certeza teria me divertido bastante e não seria tão pequeno assim, meu prazer. Assistindo e escutando ambos cantando, tocando e fazendo backing vocals arriscaria até um air guitar ou air drums.
No my space da banda, LITTLEJOY, você encontra alguns clipes e sons para ver e escutar.
Grande Moretti e Amarante.
17.11.09
16.11.09
no more...
intaum...
sem mto oq falar, na verdad, sem nada p falar
mas...acho eu q está acabando...
talvez até o começo do ano teremos novidads
completarei 6 meses d deco em janeiro
vou virar cigano...
não consigo ficar numa rotina por mto tempo...
acho q por isso tantos erros....rss
tchu!!
sem mto oq falar, na verdad, sem nada p falar
mas...acho eu q está acabando...
talvez até o começo do ano teremos novidads
completarei 6 meses d deco em janeiro
vou virar cigano...
não consigo ficar numa rotina por mto tempo...
acho q por isso tantos erros....rss
tchu!!
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