19.12.09

EU JÁ SABIA (acho que vocês também)


Pelo menos a COP15 não acabou em pizza...
...acabou em chocolate


a seguir cenas da próxima COP


Pelo menos a COP16 não acabaou em chocolate...
...acabou em burritos

:-/

15.12.09

Yeah!!!

E galera pausa por motivos técnicos...

Logo mais voltarei com tudo...

Prometo...

30.11.09

IT'S ALL ABOUT THE BEER!!!




Inutilidade total, mas como disse antes, Heineken roxxx!!!

HEINEKEN

27.11.09

" Music is your only friend, Until the end"



The Doors foi uma banda de rock norte-americana dos fins da década de 1960 e princípio da déc...Espera ai, poderia até copiar do Wiki ou procurar nos milhões de sites dedicados a banda e dar a vocês essa descrição que tantos conhecem (ou não). Se estiverem afim disto vão para o Wiki...rss.
Irei fazer esse post pela minha visão e experiências que tive e ainda estou tendo com uma das maiores bandas da história do rock 'n roll o The Doors.
A contra gosto do meu ilústre primo Paolo irei escrever sobre essa...essa...essa...realmente me falta adjetivos para descrever essa banda, que eu acho uma simplória descrição...
BANDA???Pufff...pouco mesmo.
Ontem fui a um show de uma banda cover aqui em PoA, mais uma vez sem palavras para descrever.
Engraçado que nas três vezes que assisti Doors ocorreram fatos que irei lembrar e relembrar, cada qual com seu motivo específico.

No primeiro, em meados de outubro de 2004, fiquei tão extasiado (vamos chamar assim..rss) que em algum momento eu encontrei o Casagrande, ex-jogador que estava de bermuda e chinelão, e cumprimentei-o como se conhecesse a uma década, sem contar o fato de que comprei os ingressos pelo orkut e encontrei o rapace que me vendeu, que me deu um copaço de "cervessa" e por último, mas não menos importante, o vocalista, Ian Astbury (ex The Cult), se parecia demasiadamente com o insigne Jim Morrison em seu jeito e sua aparência.

Já no segundo show, em meados de abril de 2008, o fato interessante que aconteceu foi que Clebones e eu chegamos muito cedo e estávamos indo tomar uma "cervessa" e uma coca, respectivamente, quando alguém me oferece um copo de "cervessa", a principio minha reação foi recusar pois não sabia a procedência, mas as próximas palavras que escutei naquele momento mudaria completamente minha noite...

continua...

...
...
...

agora :)

ABRE ASPAS "PEGA, É DE GRAÇA" FECHA ASPAS
sabe nos filmes que mostra a repetição em camera lenta de uma pessoa falando? que fica distorcida, mais grave e pausada? Foi a mesma coisa. Olhei com mais atenção a pessoa que estava me oferecendo a bebida e vi que a mesma estava com o vestuário de Heineken (inclusive é a beer que mais está me agradando nos últimos tempos). Lembro que quando se aproximava do horário, teórico, de entrar eu ficava um pouco mais triste. Os "garçons" eram realmente muito prestativos e eficazes, eu não conseguia ver o fundo do meu copo, pois sempre aparecia alguém completando, o que mantia a temperatura da gelada, gelada.
Me lembro de estar no banheiro, isso depois de 25 litros de "cervessa" já dentro da casa e começar a balbuciar alguma música do Doors e pensei, porque estou eu, no show dessa banda, com todos ao meu redor curtindo, "meio bebâdo", porque apenas não cantar ao invés de resmungar?

SO...

"LADIES AND GENTLEMEN, FROM LOS ANGELES, CALIFORNIA: THE DOORS!!!"
PO POPO POPO POPOPOPOPO POPO POPO POPOPOPOPO
"YOU KEEP YOUR EYES ON THE ROAD, YOUR HANDS UPON THE WHEEL"...
qual não foi minha surpresa quando Clebones começou a me acompanhar e mais alguns indivíduos também, no final das contas sai do banheiro mais feliz por ter me aliviado, puxado um coro e cantado.

O show em si ficou devendo, o vocalista não era tão bom, eles enrolaram muito com outras músicas que não era da banda e não tocaram "Riders on the Storm", que inclusive era o nome da banda e da turnê, vai entender.

O que nos traz ao dia ímpar de ontem.

Chegamos ao Art E Bar, Johnny e eu, por volta das 23hrs e a primeira coisa foi ver a carta de sucos e bebidas dietéticas. A casa (como na maioria das casas de PoA) é bem pequena mas aconchegante, o palco é bem baixo, o que aproxima a banda mais do público e o interessante é que os garçons ficam circulando pela casa, mesmo na hora do show, então você não precisa perder algumas partes do show se aventurando no meio da multidão para pegar seu suco ou vitamina.
A banda começou com a música da minha tattoo "When the Music is Over", que é sempre bom escutar ao vivo, tocaram mais uma que não me lembro qual, mas era das clássicas, e depois tocaram Gloria, inclusive extraordinariamente bem, conosco da platéia aos berros (GLÓÓÓÓÓÓRIAAAAA, ALRIGHT). Foi quando de repente alguma coisa da guitarra deu problema, todos desceram do palco sem maiores explicações e se misturaram com a multidão.
Continuamos a degustar nossas respectivas bebidas até eu reparar que o guitarra estava bem atrás de mim, fui até ele dei uma “cutucada” e perguntei o motivo do hiato, ele me disse que havia dado problema na caixa, pensei q fosse da batera, mas um cabeludo que estava na roda disse que era a caixa da guitarra mesmo, fiquei sem entender e perguntei se eles voltariam em breve, me disseram que tão logo quanto conseguissem resolver o problema.
Voltei para o drink e a boa conversa com o Johnny (ou boa berraria), quando me estalou uma música na cabeça, um som que o Ramones regravou e descobri há pouco tempo que na verdade é do Doors, mas é claro que com a quantidade de chás e florais que eu já havia ingerido ficou difícil de lembrar. Sorte que essas são situações únicas em que meus neurônios conseguem trabalhar, quando é relacionado a música.
Com um pouco de esforço consegui lembrar que o som se chamava “Take it as it Comes”. Avistei um rapaz de cabelos longos, meio loiro e de barba. Qual não foi minha surpresa quando percebi que estava diante do nosso Salvador Jesus, isso mesmo ladies and gentleman, Jesus toca teclado em uma banda cover do The Doors em PoA, e por sinal “o cara” é muito gente fina, como dizem que ele é mesmo...rsss. Fui conversar com ele no intuito de perguntar se estava no repertório da banda tocar o som citado ele me explicou com a maior atenção que ele não era dessa banda que estava apenas fazendo um favor para o Jim (vocal) e que não sabia ao certo.
Depois de algumas risadas e da famosa “Você não é daqui, né? É de São Paulo!! Resolvi deixar Jesus em paz.
A banda finalmente voltou. Após mais alguns sons clássicos como “Riders on the Storm” (com direito ao barulho de chuva e trovões, GENIAL!!!), “Touch Me” e até mesmo “Love Street” no meio de algumas balbuciadas e outras de palavras em inglês o dipsômano vocalista, Jim, começou a balbuciar o que seria o começo da “Take it as it Comes”.
Tive que começar a mostrar a todos porque fui obrigado (by myself) a ir nesse show. Pulando de mais e cantando mais do que alto o vocal até me deu o microfone para eu berrar a letra,

“...TAKE IT EASY, BABY
TAKE AS IT COMES
DON’T MOVE TOO FAST IF YOU WANT YOUR LOVE TO LAST
YOU’VE BEEN MOVIN’ MUCH TOO FAAAAAAAAASSSTTT…”

Quando olhei para nosso Salvador ele estava olhando pra mim apontando e dando muita risada, porque foi realmente muito inesperado, pelo fato de eu ter ido falar com ele e me dizendo que não sabia se rolaria, foi realmente episódico. Ainda no final do som eu berrei “AE JESUS, ARREPIOU HEIN!!!” e a galera começou a dar risada, o vocal aproveitou a situação e começou a fazer piadinhas infames com nosso Senhor...rsss

Passado a euforia do som, e do coro que entoava, “Jesus, Jesus, Jesus”, no qual até o vocalista desceu do palco para cantar junto com a galera, o que inclusive viria a fazer diversas vezes conforme ia aumentando o seu grau de entorpecencia devido ao maldito Floral de Bach, ainda rolaram mais alguns clássicos, alguns “jumps” e alguns “cantos-berros” e finalmente, encharcados de suor fomos embora, alegres e contentes com mais uma noite de Rock ‘n Roll.
Mas claro, ainda estava para acontecer mais um episódio para fechar a noite, chegamos ao estacionamento que é do outro lado da rua, apertei o controle do alarme do carro e nada, tentei de novo e nada, mais algumas vezes sem sucesso e em minha ébria inteligência o que fiz, sabendo que dispararia o alarme se eu abrisse com a chave? Abri com a chave, mais do que óbvio, com o alarme disparando estridentemente e eu tentando de todos os ângulos possíveis e imagináveis desligar, nem precisa falar que sem sucesso, o Johnny sugeriu que eu tirasse o fusível do alarme. Pausemos um pouco e vamos fazer as contas - as 4h da manhã, no escuro, embriagado e tentando descobrir qual fusível retirar no meio de aproximadamente 40. Claro, óbvio, decerto que eu acertei na primeira. É verdade, o Johnny me orientou que geralmente é um dos últimos e fui e acertei na primeira, bom, nunca mais, isso eu tenho certeza.

PS: SE BEBER NÃO DIRIJA, O PÂNICO DIRIJE P... NÃO, SÉRIO. NÃO DIRIJA.

Falando agora da banda como cover do The Doors, eu realmente já assisti MUITAS bandas fazendo cover do Doors, realmente tenho que admitir que esse cover superou todas minhas expectativas e todas as outras bandas assistidas por mim anteriormente, Jesus no teclado ouso dizer que foi perfeito, inclusive no comecinho de “Touch Me”, o vocalista apelidado de Jim (Dãh) tinha todo os trejeitos e mais o cabelão maluco (pena estar com um chapéu de cowboy meio nada a ver), o guitarra, digo a vocês que Robby Krieger se espantaria ao vê-lo tocando com tanta fidelidade e o batera, bom, sempre serei suspeito a criticar os bateras por eu ser um (hahaha melhor piada da década), mas tá bom vai, ele errou uma vez na “Love Street” quando decidiu parar de tocar na metade da música, talvez tenha apenas enjoado de toca-la.
Resumindo estão de parabéns todos da banda Roadhouse Band que me proporcionaram uma das melhores noites Rock ‘n Roll aqui em PoA nesses nove meses que estou aqui.
Inclusive tive que ir cumprimentar os membros da banda um por um e dar um abraço em Jesus.
Escrevendo este post resolvi que definitivamente vou fazer uma coisa em específica antes de morrer, irei ao Cemetery of Père-Lachaise, maior cemitério de Paris, onde Jim está enterrado. Apenas para fumar um cigarro e tomar uma Heineken com o Shaman Lizard King JIM.
No site do Cemetery of Père-Lachaise dá para você entrar no cemitério e procurar a sepultura de Jim, inclusive nesse cemitério estão enterradas muitas personalidades.

“No One Here Gets Out Alive” R.I.P. James Douglas Morrison

24.11.09

Ass, Gas or Grass

Com uma cesta básica custando em média R$ 230,00,o salário mínimo a R$ 505,00 e um show a R$ 500,00 (falando de sampa),façam os cálculos ladies and gentlemans.Segundo o aurélio, alguns adjetivos que possam expressar meu sentimento no momento em queli a matéria do Shown do Metallica em SAMPA a R$ 500,00 pista VIP: abespinhado, agastado, agudo, apoplético, assomado, atrabiliário, azougado, bravo, colérico, embravecido, encolerizado, enfurecido, enraivecido, exasperado, fulo, indignado, iracundo, irado, irascível, raivoso, revolto.Não que esteja desmerecendo o valor dessa estupenda banda, que por sinal foi uma dasprimeiras bandas que me inspirou a colar posters em meu quarto e a usar correntes,em volta do meu pescoço, com nome de bandas, o problema é que mesmo com carteirinha de estudante, para mim, continua sendo um absurdo, ainda mais para uma banda queé totalmente contra o download de mp3, que já esteve envolvido em vários processos, inclusivecontra o extinto napster. Então, quer dizer, o negócio é ganhar dinheiro, ELES, apenas eles,beneficiar um pouco fans fiéis que estão com eles há muito tempo, talvez cobrando ingressos sensatos,nem pensar.Hahahahaha, estava eu procurando informações na net para concluir esses post e me deparo com umaentrevista feita em 06/11/06 com o notório Noel Galegher para o site Exclaim.ca, ai vai um pedaço:

Exclaim!: O que você acha da pirataria, Internet e outras coisas desse tipo?

Noel: Veja, eu gosto de piratas. Deve ser uma boa ocupação, não é?! Eu gostaria de ter sido um pirata, se eu não fosse um rockstar. Alguns dizem que os piratas são os antigos rockstar. Mas é claro, nos mares. Foda-se a pirataria na Internet. Quão chato é isso? Eu acho que nem tenho uma opinião. Vamos deixar isso para Lars Ulrich. Fazendo papel de idiota. Ei, se está lá de graça e você pode encontrá-la, então que bom pra você. Para ser honesto, entre eu e você, posso falar um segredo? Eu já tenho dinheiro o suficiente. Eu não preciso de mais nada. Lars Ulrich também tem dinheiro suficiente...

de se pensar...né?

23.11.09

Fab Five NYC (IV)


Fabrizio Moretti (Guitarra, Guitarra Acústica, Piano, Teclados, Baixo, Bateria, Percussão, Melodica e Backing Vocals) - formou o Little Joy juntamente com Binki Shapiro (Vocais, Guitarra, Xilofone, Percussão e Backing Vocals) e Rodrigo Amarante (Vocais, Guitarra, Piano, Baixo, Ukulele, Órgão, Melotron, Percussão, Backing Vocals). Que na minha húmil opinião foi o mais feliz em seu trabalho solo. Fabrizio nasceu em 1980 no Rio de Janeiro, mas se mudou para os Estados Unidos com quatro anos de idade.
Em 2006 Moretti e Amarante se conheceram em um festival em Lisboa onde os Strokes e os Los Hermanos estavam se apresentando. Em 2007 com o hiato de ambas as bandas, voltaram a se encontrar, agora em Los Angeles. Amarante estava colaborando em um álbum de Devendra Banhart, cantor e compositor de folk psicodélico. Entre um intervalo e outro das gravações esbarrou com Moretti e por amigos em comum acabaram conhecendo a multi-instrumentista Binki Shapiro. Shapiro começou a encorajar os rapazes a começar a trabalhar em cima das letras que Moretti havia escrito há um tempo. Em pouco tempo eles se mudaram para uma casa em Echo Park, CA e começaram a trabalhar em outras músicas. Inclusive o nome da banda vem de um bar na região de Echo que eles costumavam a freqüentar.
O álbum homônimo que saiu em uma sexta-feira de novembro de 2008 foi detonado pela critica internacional, chegaram a dizer que é uma cópia-carbono do Strokes e que foi feito sob medida para uma ressaca de uma tarde de domingo, segundo o NME e Los Angeles Times, respectivamente.
Direi para vocês que não foi o álbum do ano ou algo extraordinário, mas eu digo com toda a certeza que se eu estivesse em algum barzinho da Vila Madalena tomando uma “cervessa”, fumando um Marlborão, jogando conversa fora e começasse a rolar um Little Joy, definitivamente começaria a batucar na mesa, me mexer, tentando dançar sentado de forma estranha e não reclamaria de pagar o couvert. O melhor de tudo é que há diversas faixas que são “divertidas”, as que mais embalam: “The Next Time Around”, “Brand New Start”, “No One’s Better Sake”, “Keep Me in Mind” e “How to Hang a Warhol” e as que são mais para ressaca de domingo em casa ou algum barzinho no final da tarde: “Play the Part”, “Unattainable” e “Whith Strangers”, com mais duas faixas completando o álbum: “Shoulder to Shoulder” e “Don’t Watch Me Dancing”.
Hoje me arrependo em não ter ido ao show do “Pequeno Prazer” aqui em PoA, com certeza teria me divertido bastante e não seria tão pequeno assim, meu prazer. Assistindo e escutando ambos cantando, tocando e fazendo backing vocals arriscaria até um air guitar ou air drums.
No my space da banda, LITTLEJOY, você encontra alguns clipes e sons para ver e escutar.
Grande Moretti e Amarante.

17.11.09

penso...logo acontece...

...totalmente ao contrário, esta ai um grande misterio...

16.11.09

no more...

intaum...
sem mto oq falar, na verdad, sem nada p falar
mas...acho eu q está acabando...
talvez até o começo do ano teremos novidads
completarei 6 meses d deco em janeiro
vou virar cigano...
não consigo ficar numa rotina por mto tempo...
acho q por isso tantos erros....rss
tchu!!

11.11.09

O que você quer...

E assim já dizia raulzito, "O que você quer ser quando você crescer? Alguma coisa importante. Um cara mto brilhante..."
O que nos faz estar onde estamos? Tomamos as decisões corretas? Esculpimos nós mesmos como imaginamos quando crianças ou já adolescentes??
Pergunta-se. . .

21.10.09

Abandon

like me...

19.10.09

Mentiraaaa

I'm so a fucking lier... :(

16.10.09

HJ TEM!!

Hj tem post...
só aguardar...
Tchuuu!!!

7.10.09

Fab Five NYC(III)


Albert Hammond Jr. - (o cara dos três ternos e que toca sua guitarra na horizontal para, segundo ele, dançar melhor), é provavelmente o mais produtivo fora do Strokes. Lançou já dois álbuns solos além de fazer parte de uma banda com Drew McConnell, baixista do Babyshambles. Sua banda é formada por Josh Lattanzi no baixo e Matt Romano na bateria. Seu primeiro álbum, intitulado “Yours To Keep”(Rough Trade, UK), lançado em outubro de 2006 é composto por 10 faixas. O segundo foi lançado em julho de 2008 e se chama “¿Como Te Llama?” com 13 faixas. Os álbuns tiveram participações de músicos como Sean Lennon, Bem Kweller e até do seu amigo de banda Julian Casablancas, Albert citou algumas de suas influências sendo: The Beach Boys, Buddy Holly, Frank Balck, John Lennon, Television e Velvet Underground. Minhas observações a princípio, sem ouvir as faixas de ambos os álbuns mais de uma vez, porém prestando muita atenção, eu esperei por diversas vezes entrar a voz de Julian como em “In Transit” ou em “In My Room” e tantas outras a bateria me remeteu ao Moretti, como em GFC ou “Back To The 101”, realmente me lembrou os bons tempos que todos estavam juntos.

6.10.09

Fab Five NYC(II)


Nikolai Fraiture - apesar de ser considerado o mais quieto dos Strokes, Nico não conseguiu ficar parado e foi mais um a fazer algo solo enquanto sua banda está passando por um hiato. Em seu novo projeto Nikolai (guitar, vocal, electric bass, double bass, harmônica, banjo), toca junto com Joel Cadbury (steel guitar), Jamie Mc Donald (guitar) e Brett Shaw (drums). Conta também com convidados muito especiais como Regina Spektor (piano) e Nick Zinner do Yeah Yeah Yeahs (guitar). O album que saiu em 27 de janeiro leva o nome de “The Time of Assassins” e foi feito a partir de alguns poemas que Nico havia escrito há algum tempo atrás. Vocês podem conferir algumas músicas no myspace da banda NICKELEYE. Com influências de Neil Young, Frank Black, Leonardo Cohen e The Kinks. Nico ainda coloca sua música em um filme de meia hora em preto e branco e mudo chamado “A Kind of Dream” produzido e escrito por Danny Velez. Digo a vocês que achei bem interessante as faixas que escutei, pena que foram apenas as disponíveis no myspace.

29.9.09


Estava eu procurando uma receita para fazer algo hoje à noite em casa, no site do UOL, quando me deparo com uma matéria extraordinária sobre minha cidade natal, então pensei, “vou escrever alguma coisinha no blog e colocar o link dessa matéria para a galera acessar”.
Eis que comecei a escrever e a achar algumas coisas bem interessantes para colocar no post, então pensei em fazer uma brevíssima homenagem a “nossa Sampa”.
Para “aqueles” estados que pensam em se tornar independente, alguns números singelos e outros dados:

Maior cidade do Brasil, das Américas e de todo hemisfério sul;
14ª cidade mais globalizada do planeta;
62ª melhor cidade do mundo para se viver, pela revista estadunidense Reader’s Digest;
19ª cidade mais rica do mundo;
12,26% do PIB brasileiro é o que Sampa representa, Isoladamente;
36% de toda a produção de bens e serviços do estado de São Paulo;
63% das multinacionais estabelecidas do Brasil;
19.223.897 habitantes em sua região metropolitana;
6ª maior aglomeração urbana do mundo;
6 milhões de unidades de veículos somente na capital (média de 1 para cada 2 habitantes);
3ª maior frota de táxis da América Latina;
A MAIOR frota de helicópteros do mundo;
28% da produção científica nacional.

Se eu continuar com isso não postarei nunca, portanto, digo-lhes que por mais que eu tenha saído dessa (verdadeira) “cidade maravilhosa”, não me passa um punhado de dias sem que eu não perceba o quanto é difícil não estar em Sampa, e olha que estou morando em Porto Alegre que é outra capital esplêndida.
Bom, o princípio do post, como descrevi brevemente no começo do mesmo, foi devido a uma matéria que achei interessante, e achei interessante porque realmente eu encontro muitas dificuldades de achar, aqui em PoA, esses privilégios., segue abaixo:

NOSSA SAMPA 24HRS

Deixei em branco propositalmente o título do post para terminar com o que está escrito no brasão oficial de São Paulo:

Em latim "NON DUCOR, DUCO"
que significa "NÃO SOU CONDUZIDO, CONDUZO"

Magnífico, no mínimo!!!

26.9.09

Just Lollapaloosa


Após os já instintos - Free Jazz Festival, que foi substituído pelo Tim Festival, e que este por sua vez foi cancelado esse ano (a TIM alegou que a adesão do público tem sido menor a cada ano), o Hollywood Rock, Close-Up Planet, (o ilustre) Philips Monsters of Rock, Ruffles Reggae (só para não deixar de lado pelo fato de eu ter ido) e os que ainda “resistem bravamente” - Skol Beats(que por sinal completa 10 anos em 2009), o Rock in Rio, Planeta Terra, Planeta Atlântida e o Abril Pro Rock, um ser “nem tanto ilustre assim” resolveu nos dar uma boa notícia, não que eu veja uma luz no fim do túnel, mas escuto uma voz diminuta que diz – “Caroline, Caroline, go to the light”.
O Sr. Perry Farrell, vocalista de uma banda chamada Jane’s Addiction e IDEALIZADOR do festival Lollapaloosa – e vou lhes dizer que é uma imensa satisfação dizer isso, pois em meados da década de 90 quando comecei a me interessar mais por música de verdade, por influências de meu tutor em rock ‘n’ roll TJ, lembro que vi uma das bandas que mais gostava na época, o Metallica, tocar nesse festival e lembro como se fosse hoje o Mr. Lars Ulrich estrondeando seus dois bumbos da sua TAMA tamanha a velocidade com que ele rebatia os pedais – disse que já está em negociação para trazer esse FESTIVAL para o Brasil. Evento este que já reuniu no mesmo palco bandas tão distintas como Pearl Jam e IceT(1993), Smashing Pumpkins e Nick Cave(1994) e Metallica e Devo(1996).
Apesar de ser um festival itinerante, que particularmente eu não gosto, pois sempre acabamos perdendo algum show ou tendo que escolher sobre qual banda escutar/assistir, ainda há algumas outras coisas para se fazer, como assistir shows de dança e comédia.
No mais, realmente fico enaltecido e excitado com a idéia de ter mais um festival dessa magnitude no nosso país, e entendam que não é só pelo fato do festival em si, e sim por este não ser SÓ decidido por empresários dedicado única e exclusivamente a ganhar dinheiro, e não leva o nome do patrocinador tão explicitamente como Rufles, Phillips ou TIM.

LOOOOOOOOORD

Iggy Pop já deveria ter sido considerado lenda viva desde que nasceu, mas considero a frase "antes tarde do que nunca" apropriada pro meu post.
Iggy pop se juntará, dia dois de novembro, a Ozzy Osbourne (espero que pelo black sabbath), Jimmy Page e Alice Cooper na lista Marshall Classic Rock Roll of Honour, premiação feita pela revista britânica classic rock e a linha de amplificadores marshall.
Mas acredito que essa não seja a melhor noticia do ano para os fãs da personificação ainda viva do rock'n'roll.
O festival planeta terra, que ocorre dia 7 no novembro no playcenter, irá trazer o iguana e seus parceiros pro Brasil, com direito a classicos da época de ouro do punk rock.
Perder essa pode acabar com a vida de muita gente, inclusive com a minha.
Espero que o iggy dure mais uns muitos anos, e que volte mais muitas vezes pra nossa terra.

25.9.09

Condolências



bem rápido...ou não...

Estou escrevendo, humildemente, apenas para prestar minha homenagem ao melhor baterista de todos os tempos.
Infelizmente nos foi tirado um grande músico, por um infortúnio, inclusive.
Não falarei sobre sua morte, e sim sobre seus feitos.

John Henry Bonham nascido em 31 de Maio de 1948 — Clewer, morto em 25 de Setembro de 1980.

"Gonzo", começou batucando em latas aos 5 anos, ganhou sua primeira bateria de verdade aos 15 anos, auto didata, aos 16 se juntou a sua primeira banda, Terry Webb and The Spiders. Casou-se aos 17 anos. Passou ainda pelas bandas, The Blue Star Trio e The Senators, The Way of Life, Crawling King Snakes e outra "bandinha" não tão conhecida chamada Led Zeppelin.
Na banda Crawling King Snakes Gonzo conheceu um rapazinho meio lívido e intricado chamado Robert Plant. Pelo seu jeito barulhento e pesado de tocar foi convidado por Plant para tocar no Led Zeppelin, passando a frente de nomes como B.J.Wilson dos Procol Harum e de Ginger Baker, que posteriormente tocariam no Cream.
Tocando com suas "Trees", como ele mesmo denominava suas baquetas, por serem pesadas e longas, esteve a frente da bateria do Zeppelin por 12 anos - 9 albuns de estúdio, 3ao vivo, 6 singles e 2 filmes (Son of Dracula de 1974 e The Song Remains the Same de1976).
O Led Zeppelin terminou com a morte de Bonham, mesmo surgindo vários nomes para o substituir, o que nunca veio a se concretizar.

Frases de Bohan

"Acredito que se você é autodidata num instrumento fica mais fácil desenvolver um estilo próprio"

(e a melhor de todas)

"O Led Zeppelin não é a melhor banda do mundo, banda é pouco para nos descrever"

Fica postado minha humílima homenagem a esse ser.
Espero que você ainda esteja tocando bateria e estorvando todos seus vizinhos esteja onde estiver.

22.9.09

Enquanto o

novo album do Strokes não sai, podemos acompanhar todos os trabalhos solos de seus integrantes.
O último integrante a apresentar seu trabalho longe do Strokes é o vocalista Julian Casablancas.
Darei mais detalhes sobre o Fab Five de NYC. logo mais, enquanto isso fiquem com a música que será o single do novo álbum.

"Phrazes For The Young"

See a...

17.9.09

Uma biblioteca pra pessoas como nós.

É comum pensarem que nesses tempos áureos de internet, a biblioteca tenha se tornado algo obsoleto.
Admito que eu mesmo pensava isso até poucos minutos atrás.
Eis que me deparo com uma incrível noticia, que envolve todos os amantes de boa música.
Um cara qualquer, chamado Mick Jones, resolveu abrir, em Londres, a sua própria biblioteca do rock... que além de ter um acervo gigante - não só de discos, como também de artigos de jornal, historias em quadrinhos etc - conta com uma trilha sonora peculiar, eu diria.
Abaixo, segue o link para os interessados (ou não) no mais novo motivo pra visitar a cidade natal do punk rock.

Biblioteca dos sonhos

14.9.09

Фёдор Миха́йлович Достое́вский, fʲodər mʲɪˈxajləvʲɪtɕ dəstɐˈjɛfskʲɪj

ou se vocês preferirem Fiódor Mikhailovich Dostoiévski; Москва (transliterado Moskva, le-se Maskvá que significa Moscou..rss) 11 de Novembro de 1821 --
São Petersburgo, 9 de Fevereiro de 1881.
Junto com Лев Никола́евич Толсто́й (Leo Tolstói), Максим Горький (Máximo Gorki) e Иван Сергеевич Тургенев (Ivan Sergeyevich Turgenev) foi um dos maiores romancistas da literatura russa, fundador do existencialismo, teve uma pena de morte comutada por conta de algumas conspirações revolucionárias, foi elogiado por ninguém menos que Freud e Nietzsche e inspirou alguns célebres autores como Franz Kafka, Marcel Proust e Albert Camus.
Essa foi uma brevíssissima biografia deste épico escritor. Isso foi pq comecei a ler Crime e Castigo e assim q possível opinarei sobre a obra. No mais, deleitem-se com um pedacinho, q inclusive eu já li, bem interessante!

… But allow me. …” He got up, staggered, took up his jug and glass, and sat down beside the young man, facing him a little sideways. He was drunk, but spoke fluently and boldly, only occasionally losing the thread of his sentences and drawling his words. He pounced upon Raskolnikov as greedily as though he too had not spoken to a soul for a month.
Crime and Punishment - Chapter 2 – pag14

...Mas dê-me licença. ... - Levantou-se do seu lugar, cambaleou, pegou o prato e o copo e foi sentar-se diante do rapaz, embora um pouco de esguelha. Estava embriagado, mas falava com eloqüência e desembaraço; somente de raro se atrapalhava um pouco e fazia uma grande embrulhada. Dirigia-se a Raskólhnikov com a ânsia de quem já não fala com ninguém há um mês.
Crime e Castigo – Capítulo 2 – pag14

Definitivamente é uma leitura q te obriga a ter um dicionário ou um googlelis ao seu alcance.
:)

LINC

11.9.09

"kismet"

Eu não sei se acho engraçado, estranho, surpreendente; só sei que acho sensacional.
É como se, num piscar de olhos, tudo fizesse sentido.... sentido esse que surge de onde a gente menos espera.
Sabe, é incrível termos nos encontrado no meio de tanta gente, entre tantas opções e mentes e qualidades e defeitos. Incrível termos tanto em comum em relação a alguém que não sabíamos ao menos da existência.
Não lembro que horas eram... nem onde; só lembro que foi um típico amor a primeira vista: absorvendo tudo de bom que podia ser absorvido da primeira vez.
Eu não sei se foi culpa do laranja, das pintas ou do nariz.
Não sei se foi culpa minha.
Na verdade, não há porque culpar algo ou alguém.
Deve ser isso o destino que todos tanto falam.
eu te amo.

10.9.09

P o e t r y

It's cold outside
dead cigarettes haze killing pride.
You've got me madness calling kissing lies.
Come on over wintertimes.


By ISA
L.U.V.

9.9.09

The Doors...

Eu não posso reclamar da sequência de livros que leio; assim como Bob Dylan e Jim Morrison. Mas um pequeno fator me diferencia dos dois gênios supracitados - um pequeno fator de verdade.
Mesmo depois de ter lido "On the Road", do grande Jack Kerouac, e depois de ter começado As Portas da Percepção, do mestre Aldous Huxley, o pássaro azul que vive em mim não resolveu acordar... e ainda não bica meu coração para que eu o deixe sair.
Reza a lenda que depois de ler o primeiro - e eu ousaria dizer único - best seller do Kerouac, Bob Dylan resolveu largar a vida que levava pra se tornar, não menos, um dos maiores músicos de todos os tempos.
O mesmo aconteceu com o Rei Lagarto de cabelos encaracolados, que depois de abrir as portas da percepção, inspirado pelo clássico de Huxley, montou uma das mais influentes bandas da história.
Trago comigo um grande acervo de palavras, que por mais influentes que sejam na vida de qualquer jovem em busca de uma iluminação, ainda não surtiram o efeito que eu esperava em mim.
Rimbaud e Baudelaire, Salinger e Burgess, Thompson e Bukowski têm grande participação nessas minhas poucas primaveras, mas ainda falta algo que me faça colocar o pé na estrada.
Talvez as minhas portas da percepção não estejam completamente abertas... ou talvez eu ainda não esteja preparada pra ver as coisas como realmente são.

"If the doors of perception were cleansed, everything would appear to man as it is, infinite."
William Blake
1779
l.u.v.

4.9.09

"...ou coisa que o valha..."

Fiquei mais pensativo, melancólico ou chateado. Engraçado que mesmo assim estou lendo pela segunda vez. Ainda mais com esse ilustríssimo feriado q chegou (e como diria o bom e velho Gabriel o Pensador "...Sem ter o que fazer, sem ter o q pensar, eu encho a cara de bebida até vomitar..."), talvez a teoria da conspiração, que diz que o livro é um gatilho mental para matadores pré-programados, seja verdade (pergunte para Mark Chapman ou John Hincley Jr.).
Voltando ao livro, te falo que qnd eu li pela primeira vez, realmente fiquei meio abatido, pq se pensarmos melhor, há mta coisa verdadeira, iclusive a hipocrisia miserável q todos, e eu digo, TODOS os homos sapiens(e os não tbm), propagam, (talvez não Gandhi ou o Dalai ou algum lider desses).
Talvez a rotina, o marasmo e a ociosidade ajudem um pouco a ficar assim. E tbm qnd li, não estava em um dos melhores momentos da minha vida...
No mais, acredito que vale a pena para quem não leu "perder" algumas horinhas para aprender um pouco a se lamentar, reclamar e conhecer um pouco dos anseios do jovem Holden Caufield (definitivamente um anti-herói).

The Catcher in the Rye is a 1951 novel by Jerome David Salinger.

E ae Isa, já leu? oq achou? aguardando comentários...
Bjaumzaum, amor!

See a...

First one

"Se querem mesmo ouvir o que aconteceu, a primeira coisa que vão querer saber é onde eu nasci, como passei a porcaria da minha infância, o que meus pais faziam antes que eu nascesse, e toda essa lengalenga tipo David Copperfield, mas, para dizer a verdade, não estou com vontade de falar sobre isso..."
J.D.S. O apanhador no campo de centeio

Assim que sobrar tempo irei comentar ou iremos...