
The Doors foi uma banda de rock norte-americana dos fins da década de 1960 e princípio da déc...Espera ai, poderia até copiar do Wiki ou procurar nos milhões de sites dedicados a banda e dar a vocês essa descrição que tantos conhecem (ou não). Se estiverem afim disto vão para o Wiki...rss.
Irei fazer esse post pela minha visão e experiências que tive e ainda estou tendo com uma das maiores bandas da história do rock 'n roll o The Doors.
A contra gosto do meu ilústre primo Paolo irei escrever sobre essa...essa...essa...realmente me falta adjetivos para descrever essa banda, que eu acho uma simplória descrição...
BANDA???Pufff...pouco mesmo.
Ontem fui a um show de uma banda cover aqui em PoA, mais uma vez sem palavras para descrever.
Engraçado que nas três vezes que assisti Doors ocorreram fatos que irei lembrar e relembrar, cada qual com seu motivo específico.
No primeiro, em meados de outubro de 2004, fiquei tão extasiado (vamos chamar assim..rss) que em algum momento eu encontrei o Casagrande, ex-jogador que estava de bermuda e chinelão, e cumprimentei-o como se conhecesse a uma década, sem contar o fato de que comprei os ingressos pelo orkut e encontrei o rapace que me vendeu, que me deu um copaço de "cervessa" e por último, mas não menos importante, o vocalista, Ian Astbury (ex The Cult), se parecia demasiadamente com o insigne Jim Morrison em seu jeito e sua aparência.
Já no segundo show, em meados de abril de 2008, o fato interessante que aconteceu foi que Clebones e eu chegamos muito cedo e estávamos indo tomar uma "cervessa" e uma coca, respectivamente, quando alguém me oferece um copo de "cervessa", a principio minha reação foi recusar pois não sabia a procedência, mas as próximas palavras que escutei naquele momento mudaria completamente minha noite...
continua...
...
...
...
agora :)
ABRE ASPAS "PEGA, É DE GRAÇA" FECHA ASPAS
sabe nos filmes que mostra a repetição em camera lenta de uma pessoa falando? que fica distorcida, mais grave e pausada? Foi a mesma coisa. Olhei com mais atenção a pessoa que estava me oferecendo a bebida e vi que a mesma estava com o vestuário de Heineken (inclusive é a beer que mais está me agradando nos últimos tempos). Lembro que quando se aproximava do horário, teórico, de entrar eu ficava um pouco mais triste. Os "garçons" eram realmente muito prestativos e eficazes, eu não conseguia ver o fundo do meu copo, pois sempre aparecia alguém completando, o que mantia a temperatura da gelada, gelada.
Me lembro de estar no banheiro, isso depois de 25 litros de "cervessa" já dentro da casa e começar a balbuciar alguma música do Doors e pensei, porque estou eu, no show dessa banda, com todos ao meu redor curtindo, "meio bebâdo", porque apenas não cantar ao invés de resmungar?
SO...
"LADIES AND GENTLEMEN, FROM LOS ANGELES, CALIFORNIA: THE DOORS!!!"
PO POPO POPO POPOPOPOPO POPO POPO POPOPOPOPO
"YOU KEEP YOUR EYES ON THE ROAD, YOUR HANDS UPON THE WHEEL"...
qual não foi minha surpresa quando Clebones começou a me acompanhar e mais alguns indivíduos também, no final das contas sai do banheiro mais feliz por ter me aliviado, puxado um coro e cantado.
O show em si ficou devendo, o vocalista não era tão bom, eles enrolaram muito com outras músicas que não era da banda e não tocaram "Riders on the Storm", que inclusive era o nome da banda e da turnê, vai entender.
O que nos traz ao dia ímpar de ontem.
Chegamos ao Art E Bar, Johnny e eu, por volta das 23hrs e a primeira coisa foi ver a carta de sucos e bebidas dietéticas. A casa (como na maioria das casas de PoA) é bem pequena mas aconchegante, o palco é bem baixo, o que aproxima a banda mais do público e o interessante é que os garçons ficam circulando pela casa, mesmo na hora do show, então você não precisa perder algumas partes do show se aventurando no meio da multidão para pegar seu suco ou vitamina.
A banda começou com a música da minha tattoo "When the Music is Over", que é sempre bom escutar ao vivo, tocaram mais uma que não me lembro qual, mas era das clássicas, e depois tocaram Gloria, inclusive extraordinariamente bem, conosco da platéia aos berros (GLÓÓÓÓÓÓRIAAAAA, ALRIGHT). Foi quando de repente alguma coisa da guitarra deu problema, todos desceram do palco sem maiores explicações e se misturaram com a multidão.
Continuamos a degustar nossas respectivas bebidas até eu reparar que o guitarra estava bem atrás de mim, fui até ele dei uma “cutucada” e perguntei o motivo do hiato, ele me disse que havia dado problema na caixa, pensei q fosse da batera, mas um cabeludo que estava na roda disse que era a caixa da guitarra mesmo, fiquei sem entender e perguntei se eles voltariam em breve, me disseram que tão logo quanto conseguissem resolver o problema.
Voltei para o drink e a boa conversa com o Johnny (ou boa berraria), quando me estalou uma música na cabeça, um som que o Ramones regravou e descobri há pouco tempo que na verdade é do Doors, mas é claro que com a quantidade de chás e florais que eu já havia ingerido ficou difícil de lembrar. Sorte que essas são situações únicas em que meus neurônios conseguem trabalhar, quando é relacionado a música.
Com um pouco de esforço consegui lembrar que o som se chamava “Take it as it Comes”. Avistei um rapaz de cabelos longos, meio loiro e de barba. Qual não foi minha surpresa quando percebi que estava diante do nosso Salvador Jesus, isso mesmo ladies and gentleman, Jesus toca teclado em uma banda cover do The Doors em PoA, e por sinal “o cara” é muito gente fina, como dizem que ele é mesmo...rsss. Fui conversar com ele no intuito de perguntar se estava no repertório da banda tocar o som citado ele me explicou com a maior atenção que ele não era dessa banda que estava apenas fazendo um favor para o Jim (vocal) e que não sabia ao certo.
Depois de algumas risadas e da famosa “Você não é daqui, né? É de São Paulo!! Resolvi deixar Jesus em paz.
A banda finalmente voltou. Após mais alguns sons clássicos como “Riders on the Storm” (com direito ao barulho de chuva e trovões, GENIAL!!!), “Touch Me” e até mesmo “Love Street” no meio de algumas balbuciadas e outras de palavras em inglês o dipsômano vocalista, Jim, começou a balbuciar o que seria o começo da “Take it as it Comes”.
Tive que começar a mostrar a todos porque fui obrigado (by myself) a ir nesse show. Pulando de mais e cantando mais do que alto o vocal até me deu o microfone para eu berrar a letra,
“...TAKE IT EASY, BABY
TAKE AS IT COMES
DON’T MOVE TOO FAST IF YOU WANT YOUR LOVE TO LAST
YOU’VE BEEN MOVIN’ MUCH TOO FAAAAAAAAASSSTTT…”
Quando olhei para nosso Salvador ele estava olhando pra mim apontando e dando muita risada, porque foi realmente muito inesperado, pelo fato de eu ter ido falar com ele e me dizendo que não sabia se rolaria, foi realmente episódico. Ainda no final do som eu berrei “AE JESUS, ARREPIOU HEIN!!!” e a galera começou a dar risada, o vocal aproveitou a situação e começou a fazer piadinhas infames com nosso Senhor...rsss
Passado a euforia do som, e do coro que entoava, “Jesus, Jesus, Jesus”, no qual até o vocalista desceu do palco para cantar junto com a galera, o que inclusive viria a fazer diversas vezes conforme ia aumentando o seu grau de entorpecencia devido ao maldito Floral de Bach, ainda rolaram mais alguns clássicos, alguns “jumps” e alguns “cantos-berros” e finalmente, encharcados de suor fomos embora, alegres e contentes com mais uma noite de Rock ‘n Roll.
Mas claro, ainda estava para acontecer mais um episódio para fechar a noite, chegamos ao estacionamento que é do outro lado da rua, apertei o controle do alarme do carro e nada, tentei de novo e nada, mais algumas vezes sem sucesso e em minha ébria inteligência o que fiz, sabendo que dispararia o alarme se eu abrisse com a chave? Abri com a chave, mais do que óbvio, com o alarme disparando estridentemente e eu tentando de todos os ângulos possíveis e imagináveis desligar, nem precisa falar que sem sucesso, o Johnny sugeriu que eu tirasse o fusível do alarme. Pausemos um pouco e vamos fazer as contas - as 4h da manhã, no escuro, embriagado e tentando descobrir qual fusível retirar no meio de aproximadamente 40. Claro, óbvio, decerto que eu acertei na primeira. É verdade, o Johnny me orientou que geralmente é um dos últimos e fui e acertei na primeira, bom, nunca mais, isso eu tenho certeza.
PS: SE BEBER NÃO DIRIJA, O PÂNICO DIRIJE P... NÃO, SÉRIO. NÃO DIRIJA.
Falando agora da banda como cover do The Doors, eu realmente já assisti MUITAS bandas fazendo cover do Doors, realmente tenho que admitir que esse cover superou todas minhas expectativas e todas as outras bandas assistidas por mim anteriormente, Jesus no teclado ouso dizer que foi perfeito, inclusive no comecinho de “Touch Me”, o vocalista apelidado de Jim (Dãh) tinha todo os trejeitos e mais o cabelão maluco (pena estar com um chapéu de cowboy meio nada a ver), o guitarra, digo a vocês que Robby Krieger se espantaria ao vê-lo tocando com tanta fidelidade e o batera, bom, sempre serei suspeito a criticar os bateras por eu ser um (hahaha melhor piada da década), mas tá bom vai, ele errou uma vez na “Love Street” quando decidiu parar de tocar na metade da música, talvez tenha apenas enjoado de toca-la.
Resumindo estão de parabéns todos da banda Roadhouse Band que me proporcionaram uma das melhores noites Rock ‘n Roll aqui em PoA nesses nove meses que estou aqui.
Inclusive tive que ir cumprimentar os membros da banda um por um e dar um abraço em Jesus.
Escrevendo este post resolvi que definitivamente vou fazer uma coisa em específica antes de morrer, irei ao Cemetery of Père-Lachaise, maior cemitério de Paris, onde Jim está enterrado. Apenas para fumar um cigarro e tomar uma Heineken com o Shaman Lizard King JIM.
No site do Cemetery of Père-Lachaise dá para você entrar no cemitério e procurar a sepultura de Jim, inclusive nesse cemitério estão enterradas muitas personalidades.
“No One Here Gets Out Alive” R.I.P. James Douglas Morrison
Irei fazer esse post pela minha visão e experiências que tive e ainda estou tendo com uma das maiores bandas da história do rock 'n roll o The Doors.
A contra gosto do meu ilústre primo Paolo irei escrever sobre essa...essa...essa...realmente me falta adjetivos para descrever essa banda, que eu acho uma simplória descrição...
BANDA???Pufff...pouco mesmo.
Ontem fui a um show de uma banda cover aqui em PoA, mais uma vez sem palavras para descrever.
Engraçado que nas três vezes que assisti Doors ocorreram fatos que irei lembrar e relembrar, cada qual com seu motivo específico.
No primeiro, em meados de outubro de 2004, fiquei tão extasiado (vamos chamar assim..rss) que em algum momento eu encontrei o Casagrande, ex-jogador que estava de bermuda e chinelão, e cumprimentei-o como se conhecesse a uma década, sem contar o fato de que comprei os ingressos pelo orkut e encontrei o rapace que me vendeu, que me deu um copaço de "cervessa" e por último, mas não menos importante, o vocalista, Ian Astbury (ex The Cult), se parecia demasiadamente com o insigne Jim Morrison em seu jeito e sua aparência.
Já no segundo show, em meados de abril de 2008, o fato interessante que aconteceu foi que Clebones e eu chegamos muito cedo e estávamos indo tomar uma "cervessa" e uma coca, respectivamente, quando alguém me oferece um copo de "cervessa", a principio minha reação foi recusar pois não sabia a procedência, mas as próximas palavras que escutei naquele momento mudaria completamente minha noite...
continua...
...
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agora :)
ABRE ASPAS "PEGA, É DE GRAÇA" FECHA ASPAS
sabe nos filmes que mostra a repetição em camera lenta de uma pessoa falando? que fica distorcida, mais grave e pausada? Foi a mesma coisa. Olhei com mais atenção a pessoa que estava me oferecendo a bebida e vi que a mesma estava com o vestuário de Heineken (inclusive é a beer que mais está me agradando nos últimos tempos). Lembro que quando se aproximava do horário, teórico, de entrar eu ficava um pouco mais triste. Os "garçons" eram realmente muito prestativos e eficazes, eu não conseguia ver o fundo do meu copo, pois sempre aparecia alguém completando, o que mantia a temperatura da gelada, gelada.
Me lembro de estar no banheiro, isso depois de 25 litros de "cervessa" já dentro da casa e começar a balbuciar alguma música do Doors e pensei, porque estou eu, no show dessa banda, com todos ao meu redor curtindo, "meio bebâdo", porque apenas não cantar ao invés de resmungar?
SO...
"LADIES AND GENTLEMEN, FROM LOS ANGELES, CALIFORNIA: THE DOORS!!!"
PO POPO POPO POPOPOPOPO POPO POPO POPOPOPOPO
"YOU KEEP YOUR EYES ON THE ROAD, YOUR HANDS UPON THE WHEEL"...
qual não foi minha surpresa quando Clebones começou a me acompanhar e mais alguns indivíduos também, no final das contas sai do banheiro mais feliz por ter me aliviado, puxado um coro e cantado.
O show em si ficou devendo, o vocalista não era tão bom, eles enrolaram muito com outras músicas que não era da banda e não tocaram "Riders on the Storm", que inclusive era o nome da banda e da turnê, vai entender.
O que nos traz ao dia ímpar de ontem.
Chegamos ao Art E Bar, Johnny e eu, por volta das 23hrs e a primeira coisa foi ver a carta de sucos e bebidas dietéticas. A casa (como na maioria das casas de PoA) é bem pequena mas aconchegante, o palco é bem baixo, o que aproxima a banda mais do público e o interessante é que os garçons ficam circulando pela casa, mesmo na hora do show, então você não precisa perder algumas partes do show se aventurando no meio da multidão para pegar seu suco ou vitamina.
A banda começou com a música da minha tattoo "When the Music is Over", que é sempre bom escutar ao vivo, tocaram mais uma que não me lembro qual, mas era das clássicas, e depois tocaram Gloria, inclusive extraordinariamente bem, conosco da platéia aos berros (GLÓÓÓÓÓÓRIAAAAA, ALRIGHT). Foi quando de repente alguma coisa da guitarra deu problema, todos desceram do palco sem maiores explicações e se misturaram com a multidão.
Continuamos a degustar nossas respectivas bebidas até eu reparar que o guitarra estava bem atrás de mim, fui até ele dei uma “cutucada” e perguntei o motivo do hiato, ele me disse que havia dado problema na caixa, pensei q fosse da batera, mas um cabeludo que estava na roda disse que era a caixa da guitarra mesmo, fiquei sem entender e perguntei se eles voltariam em breve, me disseram que tão logo quanto conseguissem resolver o problema.
Voltei para o drink e a boa conversa com o Johnny (ou boa berraria), quando me estalou uma música na cabeça, um som que o Ramones regravou e descobri há pouco tempo que na verdade é do Doors, mas é claro que com a quantidade de chás e florais que eu já havia ingerido ficou difícil de lembrar. Sorte que essas são situações únicas em que meus neurônios conseguem trabalhar, quando é relacionado a música.
Com um pouco de esforço consegui lembrar que o som se chamava “Take it as it Comes”. Avistei um rapaz de cabelos longos, meio loiro e de barba. Qual não foi minha surpresa quando percebi que estava diante do nosso Salvador Jesus, isso mesmo ladies and gentleman, Jesus toca teclado em uma banda cover do The Doors em PoA, e por sinal “o cara” é muito gente fina, como dizem que ele é mesmo...rsss. Fui conversar com ele no intuito de perguntar se estava no repertório da banda tocar o som citado ele me explicou com a maior atenção que ele não era dessa banda que estava apenas fazendo um favor para o Jim (vocal) e que não sabia ao certo.
Depois de algumas risadas e da famosa “Você não é daqui, né? É de São Paulo!! Resolvi deixar Jesus em paz.
A banda finalmente voltou. Após mais alguns sons clássicos como “Riders on the Storm” (com direito ao barulho de chuva e trovões, GENIAL!!!), “Touch Me” e até mesmo “Love Street” no meio de algumas balbuciadas e outras de palavras em inglês o dipsômano vocalista, Jim, começou a balbuciar o que seria o começo da “Take it as it Comes”.
Tive que começar a mostrar a todos porque fui obrigado (by myself) a ir nesse show. Pulando de mais e cantando mais do que alto o vocal até me deu o microfone para eu berrar a letra,
“...TAKE IT EASY, BABY
TAKE AS IT COMES
DON’T MOVE TOO FAST IF YOU WANT YOUR LOVE TO LAST
YOU’VE BEEN MOVIN’ MUCH TOO FAAAAAAAAASSSTTT…”
Quando olhei para nosso Salvador ele estava olhando pra mim apontando e dando muita risada, porque foi realmente muito inesperado, pelo fato de eu ter ido falar com ele e me dizendo que não sabia se rolaria, foi realmente episódico. Ainda no final do som eu berrei “AE JESUS, ARREPIOU HEIN!!!” e a galera começou a dar risada, o vocal aproveitou a situação e começou a fazer piadinhas infames com nosso Senhor...rsss
Passado a euforia do som, e do coro que entoava, “Jesus, Jesus, Jesus”, no qual até o vocalista desceu do palco para cantar junto com a galera, o que inclusive viria a fazer diversas vezes conforme ia aumentando o seu grau de entorpecencia devido ao maldito Floral de Bach, ainda rolaram mais alguns clássicos, alguns “jumps” e alguns “cantos-berros” e finalmente, encharcados de suor fomos embora, alegres e contentes com mais uma noite de Rock ‘n Roll.
Mas claro, ainda estava para acontecer mais um episódio para fechar a noite, chegamos ao estacionamento que é do outro lado da rua, apertei o controle do alarme do carro e nada, tentei de novo e nada, mais algumas vezes sem sucesso e em minha ébria inteligência o que fiz, sabendo que dispararia o alarme se eu abrisse com a chave? Abri com a chave, mais do que óbvio, com o alarme disparando estridentemente e eu tentando de todos os ângulos possíveis e imagináveis desligar, nem precisa falar que sem sucesso, o Johnny sugeriu que eu tirasse o fusível do alarme. Pausemos um pouco e vamos fazer as contas - as 4h da manhã, no escuro, embriagado e tentando descobrir qual fusível retirar no meio de aproximadamente 40. Claro, óbvio, decerto que eu acertei na primeira. É verdade, o Johnny me orientou que geralmente é um dos últimos e fui e acertei na primeira, bom, nunca mais, isso eu tenho certeza.
PS: SE BEBER NÃO DIRIJA, O PÂNICO DIRIJE P... NÃO, SÉRIO. NÃO DIRIJA.
Falando agora da banda como cover do The Doors, eu realmente já assisti MUITAS bandas fazendo cover do Doors, realmente tenho que admitir que esse cover superou todas minhas expectativas e todas as outras bandas assistidas por mim anteriormente, Jesus no teclado ouso dizer que foi perfeito, inclusive no comecinho de “Touch Me”, o vocalista apelidado de Jim (Dãh) tinha todo os trejeitos e mais o cabelão maluco (pena estar com um chapéu de cowboy meio nada a ver), o guitarra, digo a vocês que Robby Krieger se espantaria ao vê-lo tocando com tanta fidelidade e o batera, bom, sempre serei suspeito a criticar os bateras por eu ser um (hahaha melhor piada da década), mas tá bom vai, ele errou uma vez na “Love Street” quando decidiu parar de tocar na metade da música, talvez tenha apenas enjoado de toca-la.
Resumindo estão de parabéns todos da banda Roadhouse Band que me proporcionaram uma das melhores noites Rock ‘n Roll aqui em PoA nesses nove meses que estou aqui.
Inclusive tive que ir cumprimentar os membros da banda um por um e dar um abraço em Jesus.
Escrevendo este post resolvi que definitivamente vou fazer uma coisa em específica antes de morrer, irei ao Cemetery of Père-Lachaise, maior cemitério de Paris, onde Jim está enterrado. Apenas para fumar um cigarro e tomar uma Heineken com o Shaman Lizard King JIM.
No site do Cemetery of Père-Lachaise dá para você entrar no cemitério e procurar a sepultura de Jim, inclusive nesse cemitério estão enterradas muitas personalidades.
“No One Here Gets Out Alive” R.I.P. James Douglas Morrison
o post ficou ótimo, luv.
ResponderExcluirotimo otimo.
♥
bella
Cara adorei, Sou o Clebones citado e tava nesse banheiro maluco, foi muito loco ouvir todos os mijões cantando junto essa introdução.
ResponderExcluirDu krai.
Puta merda! Não tenho nada contra os caras! O problema é que toda vez que eu escuto um som deles, me vem na cabeça uma noite não muito agradável na Vila Madalena...
ResponderExcluir